quarta-feira, 3 de setembro de 2008

A consequência

Afrouxo as amarras
De meu egoísmo,
Te liberto para voar
Sem meus sofismos
Aprisionadores.
Deixo-lhe à sorte
De teus 'senhores',
Que haverão de conduzir-te.
Lanço ao vento um fragmento
De saudade,
Recuo meu peito da tempestade
Que habitei sonhando ter
Seu amor franzino,
E o doce destino
De atingir liberdade
No ato de a ti
Me aprisionar.


.

2 comentários:

Marilia disse...

bonito poema!

Victor Canti disse...

este é forte, e num é um tema fácil de falar....
bjs