quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Fénix

Abra as portas,
Solte as amarras
E liberte-se para as taras
De meu afago ensurdecedor,
Que clama seus braços para o fim do torpor
Que me assombra.
Segurar-te a mão e sair da sombra
De minha escuridão ofuscada pelos sofismos
E subterfúgios habituais,
Vida repleta de dias banais
Ruma ao caos imperceptível.
Paixão aflorada e batalha imperecível
A me conter.
Ao tempo, peço lhe render
E cravar em teu peito a chama
Que em mim clama
Teu nome a cada palpitar
Arraigado em meu desasossego.

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2 comentários:

Victor Canti disse...

esta é uma explosão de sentimentos fazendo uso de palavras bem arranjadas...
seu jeito de escrever realmente é Ímpar!!
beijos

Franciscus Danton disse...

Como disse Victor... "Uma explosão de sentimentos". Simplesmente, demais!! Essa coisa violenta que nos toma por dentro... E que, muitas vezes, não tem explicação. Só sentir... Nada mais!!

Beeeijos!!

(: