quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Fúria infundada

A fúria irracional de argumentos
Toma minha mente em um longo
Tormento infundado.

Uma ânsia de tudo e nada aflora
E devora a calmaria guela afora,
Cuspindo as sementes amargas

De quem não colheu as flores e jasmins
Por não plantar árduamente as mudas
Que nasceriam em um presente belo

E pomposo a inebriar com seu perfume
As flores que provocariam um sorriso
De meu rosto

Que moroso sem um apreço,
Desvia dos tropeços que a cólera
Bate-lhe à porta para ofertar em um maldoso revidar.

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