segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Panos sujos de lama

Um emaranhado de nada
Se embrama e a lama
Das mãos derrama-se

Sobre os panos limpos
Proclama sua convicção
Inundada da imundice

Abarrotada de tudo
Refletindo o nada
Que a embala

Em canções suaves,
Amenizando o desastre
Que os panos enlameados

E quentes contentam
Em um silêncio
Sublime e terreno.

Um comentário:

mateus rosa disse...

Pois é! Comentandinho há tempos não acontece de ambos os lados! hahahahahahahha

Enfim...

Sobre o poema... Fica a reflaxão! rs

Adoro! (: