sexta-feira, 8 de maio de 2009

Solidão Azeda

Ao longo da história
Ela se perpetua,
Infindável inimiga tua

Escurece tua voz,
Oprime os sonhos
E cava um buraco negro

Onde ao relento escondes
Com um sorriso no rosto,
Seu maior pesadelo.

Vestes negras,
Olhos inebriantes
De maldade

A solidão que assombra
Desde a tenra idade
Insiste em permanecer

E no escuro infindável há de conter
Em seu Ser a reviravolta necessária
Para se fortalecer.

Um comentário:

mateus rosa disse...

A "reviravolta necessária" acontecerá? Qual será o momento ideal? Existe o momento ideal ou já passou?

Saudades, moça!
Adoro!
(:

ps: desculpe-me pela certa ausência...